AutorOsvaldo Novais

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Documentário sobre os Yanomami em cartaz

O diretor Otavio Cury, o mesmo do documentário Constantino, viajou em 2013 para uma das regiões mais remotas da Terra Yanomami: a Serra de Surucuru, em Roraima. O lugar fica nas montanhas que fazem a divisa com a Venezuela. Foi nessa viagem que o documentário Como fotografei os Yanomami teve início.

O desencontro cultural entre os índios e agentes de saúde chamou a atenção do diretor. Aqueles que levavam as seringas não falavam o idioma Yanomami e não conseguiam conversar com seus pacientes. “Só depois percebi que, ao tentar filmar aquele desencontro com minha câmera, eu havia me incluído no problema. Porque para os Yanomami, imagem e saúde estão intimamente ligadas. Foi a partir dessas tensões, ou desse duplo desequilíbrio, que decidi realizar o documentário”, reflete Otavio.

Para os Yanomami, estar doente é ter sua imagem agredida. Para resgata-la, os xamãs fazem seus rituais de cura. Mas para os enfermeiros que chegam às aldeias, as doenças e os remédios são outros.

O documentário está em cartaz no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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Alma de Cabrocha

O lançamento de “Alma de Cabrocha – uma autobiografia Cheia de Samba de Terezinha Monte – significa que pode-se saber um pouco mais sobre a história do nosso Carnaval. O livro revela os bastidores das escolas de samba, em especial a Unidos do Cabuçu, escola que a jornalista Therezinha presidiu por 16 anos.

A noite de autógrafos aconteceu no restaurante Fiorentina, no Leme. Foi uma dobradinha de comemorações: Therezinha também comemorou o seu aniversário. Como boa anfitriã, Therezinha Monte recebeu seus convidados pontualmente às 19h e lá permaneceu autografando até às 23h, sem hesitar. Amigos e personalidades do mundo do samba, entre eles:  Duh Moraes, Maria Pompeu, Isabelita dos Patins, Haroldo Costa, Maria Augusta, Mauricio Mattos, Anna Bentes, Hamilton Vaz Pereira, Thereza Amayo, Monique Lafond, a jornalista Marcia Tiburi e o empresário Sérgio e Costa Silva, prestigiaram a “Dama de Ferro da Unidos do Cabuçu”, como Therezinha ficou conhecida. A noite teve direito a parabéns, bolo e o tradicional “Confete, Confete, Confete” puxado por Isabelita dos Patins, tornando-se mais um “causo” no mundo do carnaval.

 

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A emoção da cor – Rothko

Por Patricia Figueiredo

“O silêncio é o mais acertado.” Era desta forma que Mark Rothko, um dos artistas mais importantes do século XX, respondia quando lhe pediam para falar das suas pinturas. Temia que as palavras paralisassem a mente e a imaginação do espectador. Acreditava que uma imagem abstrata representava diretamente a natureza fundamental do drama humano.

Nascido Marcus Rothkowitz na Rússia, em 25 de Setembro de 1903, emigrou com a família para os Estados Unidos dez anos depois. Formou-se pela Universidade Yale e, em 1929, tornou-se professor de desenho para crianças.

Rothko rejeitava o termo “Expressionismo Abstrato”, onde o crítico  H. Rosenberg o caracterizou em 1952 após a segunda guerra mundial. Nessa época Rothko fundou um grupo de artistas chamado Artist Union (Pollack estava entre eles) que se desenvolveu na cidade de Nova York. O estilo levou a arte americana ao cenário artístico mundial. Nesse  mesmo período, Rothko foi contratado para pintar uma série de murais para o restaurante Four Seasons, no edifício Seagram na Park Avenue, em Nova York. Ele começou a trabalhar, tendo construído um andaime em seu estúdio com as dimensões exatas do restaurante. Esses murais eram mais sombrios do que o seu trabalho anterior. As cores vivas e intensas de suas pinturas anteriores mudaram para marrom, vermelho escuro e preto.

Rothko foi influenciado pela Biblioteca Laurenciana de Michelangelo, em Florença, com suas janelas cegas e atmosfera deliberadamente opressiva. Rothko supostamente comentou que Michelangelo “’alcançou exatamente o tipo de sentimento que eu estou procurando – ele faz os espectadores sentirem que estão presos em uma sala onde todas as portas e janelas estão emparedadas, então tudo que elas podem fazer é bater suas cabeças para sempre contra a parede.”

Reconhecendo que a configuração mundana de um restaurante não seria o local ideal para tal trabalho, Rothko retirou-se do projeto abrindo mão de uma quantia de 2.5 milhões de dólares. A famosa série composta de nove pinturas hoje é propriedade da Galeria Tate, em Londres. Percebida, como pretendia o artista, em luz reduzida e em um espaço compacto, a sutileza das superfícies em camadas lentamente emerge, revelando seu caráter solene e meditativo com a curadoria de Helen Sainsbury.

Pessoas que conviveram com Rothko o descreviam como um homem muito introspectivo e intelectual. Amava música, literatura e mitologia grega, além de interessar-se por filosofia. E todas essas áreas influenciaram de algum modo sua arte. Era inteligente, mas possuía um temperamento difícil. Apesar disso, dizem, que o pintor conseguia ser muito afetuoso.

Seu trabalho foi baseado na percepção da arte como expressão da tragédia da condição humana. E a partir daí se viu imbuído de encontrar uma nova linguagem que representasse essa condição. Aos poucos, Rothko vai experimentando, utilizando novas linguagens que o direcionam a uma liberdade que lhe deu capacidade de abandonar qualquer elemento figurativo, possibilitando uma concentração nas cores e formas puras, onde ele estava convicto de que imagens e elementos por si só revelariam uma verdade filosófica e espiritual.  E através dessas colocações, convicções e sentimentos ele procurou fazer pinturas que levassem as pessoas às lágrimas. “Estou interessado apenas em expressar emoções humanas básicas – tragédia, êxtase, desgraça e assim por diante”, declarou ele. “E o fato de que muitas pessoas se sensibilizam e choram quando confrontadas com minhas telas mostra que eu posso me comunicar com essas emoções humanas ”.

Dentro dessa proposta ele é o único artista do século XX, que tem seus trabalhos expostos dentro de um espaço definido com um santuário inter-religioso, um centro para os direitos humanos – um museu de arte onde 14 pinturas monumentais complementam a arquitetura original de Philip Johnson. O marco de Houston, encomendado por John e Dominique de Menil, colecionadores de arte, abriu suas portas há 40 anos, em fevereiro de 1971. Nas últimas quatro décadas, a capela encorajou a cooperação entre pessoas de todas as religiões – ou de nenhuma fé. A capela se tornou  um centro de ação pelos direitos humanos. Segundo Pat Dowell, jornalista local, quando você entra nesta capela sabe e sente, que ela foi santificada pelas orações das pessoas. “Há algo na capela que lhe diz que é um espaço sagrado”.

O criador do santuário nunca viveu para vê-lo terminado. Em 1970 após vivenciar problemas de alcoolismo, pessoais e depressão Rothko cometeu suicídio. Pensar o espaço da arte sugere duas direções: a da organização espacial dentro das obras e a do espaço de contato entre obra e espectador. Em outras palavras, a obra de arte cria o seu próprio espaço e pede, até exige, que entremos nele para que cheguemos a ela. Este criar é que faz com que a arte seja arte. Embora Rothko convoque a contemplação para sua  pintura, o que mais ele espera de sua obra é envolvimento. Não se trata da contemplação distanciada e fria. Trata-se de como chegamos às coisas e as coisas até nós. São entradas o que Rothko pinta. São passagens. É apenas coerente, portanto, que tenha tentado, sempre que podia, dar orientações muito precisas sobre como seus quadros deveriam ser expostos para o público.

Essa organização era determinante para o efeito de envolvimento almejado. Em seu trabalho existe também aquela grandeza que não se mede, não se quantifica, que são o amor, dor e pensamento. É deste outro tipo de espaço que trata também a arte, ou melhor, é este outro tipo de espaço que a arte nos oferece enquanto experiência. Ele nos tira da superfície plana e nos projeta para frente , nos puxa para dentro e nos impulsiona para além. Faz o olhar se concentrar, sem pressa. Intensidade. Luz que, graças às cores pintadas, vai e volta, cria caminhos onde antes víamos apenas espaços não preenchidos.

Uma vez questionado a respeito de um trabalho seu, sobre quanto tempo tinha levado para finalizá-lo ele respondeu : 57 anos. Exatamente a idade que tinha ao ser indagado. Rothko tinha a clareza de que qualquer obra que o artista faça é o somatório de toda sua vida .O trabalho que fazemos hoje é baseado em todas as nossas vivências e experiências. De alguma maneira tudo e todos se conectam.

Sábio esse Mark Rothko.

Até a próxima.

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R-E-S-P-E-C-T

Com apenas 25 anos, Aretha Franklin transformou a música composta por Otis Redding. Não apenas lançou a música ao sucesso, mas fez adaptações que tornaram a música um hino para reivindicações feministas. O contexto de 1967 nos Estados Unidos, de luta por direitos civis e o fim da desigualdade racial, fez com que a canção fosse cantada pelos movimentos negros também.

“Achei que precisava soletrar”, explicou Aretha, em referência ao famoso refrão. Não bastava pedir, era necessário afirmar, exigir e explicar: R-E-S-P-E-I-T-O! A sua interpretação deu força à palavra e, assim, contagiava. Quem não quer respeito?

Filha de um pastor batista, Aretha era a própria encarnação do “soul” (alma), tanto pelo estilo de música como porque dava vida aos versos.  Aos 76 anos, a diva do soul faleceu nesta última semana, por problemas de saúde que a acompanharam desde 2010. O ex-presidente Barack Obama declarou esta semana em seu Instagram que “toda vez que ela cantava, éramos abençoados pelo divino. (…) Através de suas composições e musicalidade, ela ajudou a definir a experiência americana. Na sua voz pudemos sentir a nossa história, por inteiro e em suas nuances. (…) Ela nos ajudou a nos sentirmos mais conectados uns aos outros, com mais esperança e mais humanos.”

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Sustentabilidade e terapia orgânica

O ecoturismo vem crescendo oito (8) por cento ao ano, em relação a outras áreas do turismo global no Brasil o crescimento chega a trinta (30) por cento ao ano. Também chamado de turismo ambiental ou turismo sustentável é uma atividade que envolve práticas esportivas como as trilhas dentro da floresta ou o arvorismo; que oferece alguns recursos como cordas e redes, ligando uma árvore a outra para as pessoas se aventurarem, se equilibrarem e fazerem um circuito aéreo. Integrando diversão, lazer, caminhadas, aventura, educação ambiental e sustentabilidade, o eco turismo também tem um alcance psicológico, como podemos observar ao longo de toda história da humanidade. Ao subir uma montanha, por exemplo, temos que  superar certos bloqueios, medos, testar a nossa resistência física, a segurança, como avaliar tudo isso e chegar ao topo da montanha, de onde a visão do horizonte torna tudo maior, diferente e nos proporciona uma forte emoção, tanto de vitória, quanto de humildade, diante de toda essa grandeza. Depois, ao descer a montanha, o desafio continua: no nosso equilíbrio, a nossa ansiedade e os riscos, que devem ser avaliados a todo instante, pedindo nossa presença ou atenção plena para o corpo.

A convivência com o meio ambiente natural, a ecologia humana, as terapias orgânicas como a yoga e as artes marciais, se unem cada vez mais, em toda a parte, nos centros urbanos,  para nos salvar de uma vida artificial, cheia de concreto armado, longe do fogo, da terra nua, dos rios que correm para o mar. Conheci e venho fazendo parcerias com o grupo de turismo ecológico  “Mais Trilhas Por Favor”, com o Pedro Arthur, recém graduado na UFRJ, que leva diariamente vários grupos a uma experiência de caminhadas, subidas e descidas para avistar a cidade maravilhosa de pontos altos, também praticando a consciência de cuidar da natureza, respeitar as espécies da fauna e da flora, conhecer de perto a maior biodiversidade do mundo. O meu projeto “ Plante 1 Semente” junto a esses parceiros, entende que é preciso praticar mais e mais a convivência com a natureza, entrar no ritmo orgânico para sair do ritmo tecnológico, artificial, cuidar da nossa saúde e da nossa capacidade de reconhecer o mundo a nossa volta, capacidade de sobrevivência real,  por onde andar, onde pisar e se ver uma cobra saber que estamos na casa dela e deixar em paz os seres da floresta. Saber lutar sim e se defender, mas deixar, que todos tenham esse mesmo direito. Reconhecer as coisas, que são importantes para a sobrevivência – comida, água, abrigo – fora das lojas de conveniência ou perderemos a nossa capacidade vital de sobrevivência .

Imagine agora como seria se ao subir a montanha, a vista lá no topo, fosse de  um deserto sem árvores, sem água, sem vida?As cidades de concreto podem crescer indefinidamente? Ou podemos criar uma forma de crescimento sustentável? Casas e até mesmo prédios mais baixos, mais orgânicos, investir na bioconstrução e em  áreas urbanizadas com paisagismo ecológico, que reaproveita a água da chuva e tantos outros recursos disponíveis em faculdades excelentes. Esse Brasil da maior biodiversidade do mundo precisa de todos nós. Cada um de nós reaprendendo a caminhar e conhecer a floresta!

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Chá das cinco

Roberta Monteiro da Fonseca reuniu 60 amigas para um chá das cinco em seu apartamento na Atlântica. O evento reuniu várias socialites, tais como: Cristina Aboim, Vera Loyola, Alice Tamborindeguy, Katia Spolavori, Sumaya Neves. A organização ficou por conta de Amaro Leandro Barbosa.

Foto: José Olimpio

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COLESTEROL: DISTÚRBIOS, DIAGNÓSTICO E CONSEQUÊNCIAS

Por Estrella Assayag

O colesterol é uma das formas de gordura encontradas no nosso organismo, sendo precursor de hormônios como os estrogênios, a vitamina D e ácidos biliares. Parte do colesterol do nosso organismo é produzido pelo fígado, e cerca de 30% advém da alimentação. Para circular no sangue, ele se liga a proteínas que definem os tipos: LDL (colesterol ruim), HDL (colesterol bom) e VLDL. Outras formas de gorduras do nosso organismo são os ácidos graxos, triglicerídeos e fosfolipídios.

Apesar de não termos valores de normalidade diferentes entre homens e mulheres, existe oscilação dos níveis de colesterol ao longo da vida da mulher. Assim, durante a gestação são esperados níveis elevados de triglicerídeos e do VLDL, para oferecer maior quantidade de nutrientes para o feto e manutenção da placenta. A alimentação das gestantes deve conter mais peixes ricos em ômega 3 como salmão, atum e sardinha que contribuem para a manutenção dos níveis do bom colesterol.

Na menopausa, a diminuição da produção de estrogênio é acompanhada da redução do HDL e aumento de LDL e dos triglicerídeos, expondo a mulher ao risco de doença cardiovascular três a sete vezes maior do que na pré menopausa. Sem sintomas específicos, o diagnóstico depende da dosagem no sangue. Podem ocorrer, especialmente na forma familiar, placas amareladas na pele, nos tendões e nos olhos (xantomas) pelo depósito do colesterol.

A dosagem dos lipídios (gorduras) no sangue pode ser feita após jejum de 12 horas ou sem jejum, com valores de normalidade diferentes:

Colesterol total 190 com e sem jejum

LDL 130 com e sem jejum

HDL 40 com e sem jejum

Triglicerídeos 150 com jejum e 175 sem jejum

As causas do problema estão tanto em fatores hereditários como em uma dieta rica em gorduras, no sedentarismo e na diabetes. Por esse motivo, é primordial seguir uma dieta saudável, com baixa quantidade de gorduras saturadas e açúcares.

O colesterol alto gera consequências graves para o organismo, como a formação de placas de gorduras nas artérias (aterosclerose), pressão alta, infarto, derrame e doença circulatória das pernas.

Havendo o diagnóstico, são feitas recomendações sobre a alimentação, prática de exercícios, interrupção do tabagismo e outras mudanças no estilo de vida, além de, em alguns casos, ser necessário o uso de medicação.

Lembrando que o melhor remédio será sempre a prevenção, tente adotar estilo de vida mais equilibrado e consulte seu médico.

DRA LUCIANA SOUZA

*CARDIOLOGISTA . Rua Jardim  botânico  568/320 (RJ) 9671807819

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Prêmio da Música Brasileira, no Theatro Municipal

A 29a. edição do Prêmio da Música Brasileira levou muita emoção ao Theatro Municipal, homenageando o saudoso Luiz Melodia. Diversos artistas subiram ao palco para mostrar seu respeito e carinho ao cantor e compositor falecido em 2017.

Leandra Leal, Debora Bloch e Camila Pitanga apresentaram a premiação e também um pouco sobre Luiz.

Show também não poderia faltar nessa celebração musical. Lenine e João Cavalcanti, respectivamente pai e filho, Alcione, Liniker, além do encontro entre Pedro Luis, Hamilton de Holanda e Yamandu Costa.

Listados abaixo, seguem alguns dos premiados da noite:

 

Categoria Especiais

Álbum eletronico

Sintetizamor – João Donato e Donatinho

Álbum Infantil

Deu Bicho na Casa, Sula Kossatz

Canção Popular

Melhor Grupo

As Baianas e a Cozinha Mineira

Categoria Regional

Melhor Grupo

Trio Nordestino

Melhor Cantora

Monica Salmaso

Categoria MPB

Melhor Álbum

Caravanas, de Chico Buarque

Categoria Instrumental

Melhor Álbum

Quebranto, de Yamandu Costa

Melhor Solista

Yamandu Costa, Quebranto

Categoria Pop, Rock, Reggae, Hiphop, Funk

Melhor Cantora

Gal Costa

Melhor Grupo

Novos Baianos, Acabou Chorare, Novos Baianos se Encontram

Categoria Samba

Melhor Álbum

Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador

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Livre arbítrio X Decisões

Por Monika mgm Nakamura

Olá queridos!

Hoje vou falar a respeito da ferramenta que todos possuem e muitas vezes não sabemos utilizar. Essa palavra pode causar sensação de alívio por significar que temos a liberdade de fazer ou manifestar em nossas vidas a sensação plena de iniciarmos ou darmos um sentido maior a nossa realidade e uma direção a rotina. Mas será que sabemos realmente como usar o poder do nosso livre arbítrio em nossas vidas para obtermos o que desejamos?

Parece óbvio demais que, desde o momento que acordamos pela manhã até a hora que vamos dormir, temos que tomar diversas decisões importantes para comandar nossas jornadas diárias. Nem sempre conseguimos usufruir plenamente dessa capacidade e por vezes boicotamos com escolhas erradas o próprio sucesso por não pensarmos muito a respeito dessa tão fabulosa ferramenta.

Vou ou volto? Aceito esse trabalho ou vou tirar férias? Mudo ou continuo na mesma? Visto azul ou amarelo?  Continuo na academia ou vou saltar de asa delta? Vou pra Nova Iorque ou compro passagem pra Tokio? Ajudo meu amigo ou priorizo a mim mesmo? A vida exige escolhas e essas são frutos da forma como usaremos essa habilidade.

Não obstante é comum nos depararmos frequentemente com várias portas que são colocadas diariamente diante de nós e a sensação de dúvida pode nos paralisar diante da impulsividade ou da passividade que se possui em relação a qual dessas “portas” entrar. Melhor que ficar hesitante e em cima do muro será com certeza optar por uma delas e não resistir na sua decisão.

O livre-arbítrio tem a ver com escolhas e decisões que tomamos na estrada da vida. Como usar desse poder para assim conquistar o melhor caminho ? Como saber se a escolha que fizer será a melhor opção? Nesse sentido pesar a forma como opta por um lado ou por outro requer certa coragem e também prudência. Nem sempre a experiência conta nesse caso e sim a forma como se escuta a própria intuição e se tem a certeza interior do que se deseja e onde quer chegar. Isso serve para coisas simples e também para as situações mais complexas.

Na minha filosofia de vida penso sempre que a escolha “certa” será aquela que sempre vem acompanhada de sabedoria e que não irá prejudicar ninguém. Ninguém mesmo! Quando abdicamos do nosso ego em prol de algo maior em nossas vidas. Parece fácil agir assim mas não é na prática . Em muitos casos acabamos por optar por coisas que agridem o próximo e com essa atitude no final das contas a conta volta com juros de correção…como o efeito bumerangue. Tudo que vai…volta… depois reclamamos que não temos nenhuma responsabilidade sobre isso.

Recomendo para pessoas que são muito hesitantes e resistentes a mudanças de pensamento que vivem batendo a cabeça no mesmo tipo de situação o uso das pedras hematita e a amazonita. Duas pedras benéficas para fortalecer e acelerar a pessoa sair do marasmo e ir avante com a convicção plena de que está fazendo o seu melhor nessa jornada. Sem medo de tomar novas direções e com a força que necessitam para enfrentar os desafios do dia a dia. Usem por seis meses e se conectem com maiores dimensões até sentirem que tomar decisões nada mais são que hábitos saudáveis que todo ser humano faz em quaisquer situações que considere mais difíceis.

Nas decisões que são exigidas respostas rápidas e que são relacionadas às coisas do coração use uma rodocrosita. A vida nem sempre pode não ter as respostas mais simples mas com pensamentos positivos e sendo auxiliado por essas pedras naturais indicadas com certeza as decisões a partir de então serão mais sensatas em sua vida e como consequência o livre arbítrio fluirá melhor trazendo novo frescor aqueles que consideram a arte de decidir uma tarefa árdua.

Bjs e luz! Namastê !

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Edwin Luisi em cena

Edwin Luisi comemora 45 anos de carreira com a peça Nossas Mulheres, dirigida por André Paes Leme. Trata-se de uma comédia francesa de um autor inédito no Brasil, Eric Assous.

A peça está em cartaz até 24 de setembro, no Teatro Ipanema.

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Fotos: Cristina Granato

 

 

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