Categoria : Agenda

Home/Arquivo por Categoria" Agenda"

Paolla Oliveira estreia filme português

Desde 2016 Paolla Oliveira vem estreitando seu contato com Portugal. Começou com um convite para ser a protagonista de um filme português, e nesse processo já comprou um apartamento em Lisboa.

O pivô dessa relação com a “terrinha” é a comédia romântica portuguesa “Alguém como eu”, em que Paolla Oliveira contracena com o ator Ricardo Pereira. O filme, do diretor Leonel Vieira, conta a história de Helena, uma carioca que recebe uma proposta de trabalho em Lisboa. Uma vez na cidade, ela conhece Alex, com quem começa a namorar. A atriz Julia Rabello também integra o elenco.

Filmado nos mais diferentes pontos turísticos da capital portuguesa, o filme estreia simultaneamente no Brasil e em Portugal, nesta quinta-feira, dia 24 de maio. Paolla, Ricardo e Julia farão um live neste dia para responder as perguntas dos fãs. Fique de olho!

 

Leia Mais

Martinho da Vila, um musical

Essa semana estreou o musical sobre a vida do Martinho da Vila, no teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. A temporada vai até 15 de julho!

No elenco, são três atores interpretando Martinho em diferentes fases de vida, entre eles Nill Marcondes. Babi Xavier faz o papel de Cléo, a esposa de Martinho e produtora do espetáculo.

O espetáculo, que tem como curadora, Cléo Ferreira, esposa do sambista, contará a vida de Martinho da Vila, com base no livro “Memórias Póstumas de Teresa de Jesus”, publicado por ele, além de uma vasta pesquisa no acervo e entrevistas com o artista. Grandes sucessos do cantor também fazem parte do musical. No cenário, projeções de fotos e os ambientes que retratam a sua vida pessoal e profissional desde a década de 40 até os dias atuais.

“Depois que o Martinho recebeu o título de Doutor Honoris Causa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em outubro de 2017, nos sentimos na obrigação de levar ao conhecimento do público, toda uma história de vida ligada ao movimento negro e preocupação com a língua portuguesa nos países lusófonos. Além disso, falar da sua carreira artística de grande sucesso, ao longo de seus 80 anos”, explica Ana Ferguson.

 

Foto: Jansen Davidson

Leia Mais

Exposição Rio de Samba: resistência e reinvenção

“Quem não gosta de samba, bom sujeito não é”, diz se por aí. Pois para os bons sujeitos, o Museu de Arte do Rio abriu uma exposição com dois andares sobre o ritmo que dá cara ao Carnaval carioca. São fotos de grandes compositores, capas dos álbuns, figurinos e croquis do desfile, instrumentos, imagens estáticas e em movimento para se mergulhar no universo do samba e de suas origens.

Há peculiaridades: você sabia, por exemplo, que Nelson Sargento também pinta? Ou que o artista internacionalmente conhecido Hélio Oiticica teve seu insight tropicalista a partir da sua relação com o Morro da Mangueira? A partir dessa experiência ele chegaria a algumas de suas obras, entre elas o bem conhecido parangolé. Ou ainda, vc sabia que a tradição das tias no samba estão ligadas às “tias” que vieram do Recôncavo Baiano?

Em maio, a visita à exposição é gratuita. Mas a exposição continua por mais alguns meses.

Equipe Villarino

Fotos: Erika Tambke

Leia Mais

Dia Internacional da Língua Portuguesa

Dia 5 de maio é o Dia Internacional da Língua Portuguesa, criado em 2009 em Cabo Verde. Diferentes países participam da comemoração: Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. O objetivo é promover atividades que possam valorizar a nossa língua.

O Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, por exemplo, promove desde quinta-feira, dia 3, uma programação dedicada à nossa língua e seus usos: Qual a sua língua portuguesa? A pergunta parte do princípio que se pode usar um idioma de maneiras muito diversas, ainda mais em um país tão grande como o Brasil, com tantas variedades regionais. Se comparamos com os outros países que falam português, as expressões podem variar ainda mais. Em um cartaz, o museu exemplifica essas diferenças (vide foto).

Em 2015 o museu sofreu um incêndio de grandes proporções. Desde então, fechou e entrou em reformas. A boa notícia é que a fachada está praticamente pronta, jogando otimismo para a volta do centro cultural. Tudo indica que a data de reabertura deve mesmo ser em 2019. Mas já começa a promover algumas atividades na Estação da Luz. Em seus dez anos de funcionamento aberto ao público, o museu viu circular cerca de 4 milhões de visitantes. Mostra que as pessoas têm interesse em saber mais sobre a nossa língua, a nossa forma de expressão que nos acompanha desde as primeiras palavras de nossas mães. Um laço que devemos manter ainda por muito tempo com Portugal e todos outros países da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP). Sendo países da mesma língua-mãe, isso nos faz um pouco todos irmãos.

Equipe Villarino

Fotos: Erika Tambke

Leia Mais

Arte moderna brasileira tem novo endereço no Rio

A Casa Roberto Marinho abriu no dia 28 de abril com uma exposição sobre arte moderna: são 124 obras de 10 artistas. Trata-se de um time de primeira da arte moderna brasileira: Tarsila do Amaral, Milton Dacosta, Djanira da Mota e Silva, Di Cavalcanti, Candido Portinari, José Pancetti, Alberto da Veiga Guignard, Ismael Nery, Lasar Segall e Burle Marx.

Roberto Marinho e sua família viveram por décadas no Cosme Velho. Receberam chefes de estado, artistas e empresários. Certamente muitas histórias do país foram traçadas naquele espaço. Uma das marcas da casa sempre foram os famosos flamingos, mas que infelizmente não acompanha essa nova fase da casa. Com as reformas, eles tiveram que ser levados para outro espaço, pois são aves sensíveis ao estresse.

Ávido colecionador de arte moderna, Marinho deixou um acervo com quase 1.500 obras para a família, que agora disponibiliza ao público, aos cuidados do diretor executivo do espaço, Lauro Cavalcanti, que por anos trabalhou no Paço Imperial.

Depois da apreciação da arte nas salas ou no jardim, pode se tomar um café para encerrar a visita. Ao lado tem uma pequena livraria com livros relacionados aos temas das exposições.

A Casa Roberto Marinho abre de terça a domingo, e a entrada custa 10 reais. Entrada gratuita nas quartas-feiras.

Leia Mais

Lisboa vai ter morada para a felicidade

Com o inovador The Sweet Art Museum

Lisboa não cessa de estar na moda e de ser visitada pelos melhores motivos. No ano passado, a capital de Portugal passou a ser a região com mais proveitos globais derivados de alojamento turístico, destronando o Algarve, zona turística por excelência. E segundo o canal americano CNN, há 7 boas razões pelas quais Lisboa é a cidade mais ‘cool’ da Europa. Mal eles sabem que vai haver uma oitava…

No final de maio, vai abrir portas o primeiro museu pop-up e digital da Europa dedicado à felicidade. Ao longo de três meses, Lisboa é palco de uma exposição temporária que vai fazer as delícias de todos aqueles que não resistem a viver no mundo do imaginário.

O The Sweet Art Museum Lisboa vai estar composto por várias salas temáticas com diferentes experiências interativas e digitais, decoradas com objetos de grande impacto visual, onde o universo “dream, sweet and colourful” vai ser potencialmente explorado. Por exemplo, na “Splash Mallow Pool”, os visitantes não vão resistir a mergulhar numa piscina gigante de marshmallows. Na “Candy Wash Room”, vão certamente perder a cabeça com os chupa-chupas (pirolitos) gigantes rotativos e perfumados e na “Ice Cream Land”, os gelados ganham vida e vão fazer-nos descobrir o sabor da felicidade.

Cada entrada inclui algumas degustações de doces exclusivos ao longo do percurso da exposição. No sentido de promover uma campanha de responsabilidade social, por cada entrada no The Sweet Art Museum Lisboa, 1 euro será doado à “Terra dos Sonhos”, uma instituição de solidariedade em prol de crianças doentes. Como afirma a organização desta iniciativa_ “Como o nosso principal objetivo é tornar as pessoas mais felizes, tal como indica a nossa assinatura – DIZ SIM À FELICIDADE – também queremos que essa felicidade chegue a quem mais precisa.

O projeto The Sweet Art Museum Lisboa é inspirado em casos de sucesso internacionais, que abriram no último ano, com o objetivo comum de cultivar a felicidade. Com o sucesso que se espera que venha a obter, dada a receptividade tida até ao momento, estão já previstas mais edições em outras cidades portugueses e na Europa, nomeadamente, em Madrid e Londres.

Agora já sabe, se haviam motivos de sobra para visitar Lisboa, a partir de maio há mais um e bem doce.

Por João Libério

Nova Iorque com cores do Brasil

Nova Iorque não é apenas uma grande metrópole. É das grandes capitais culturais do mundo com uma programação tão intensa que é um desafio sobrehumano alguém estar em dia com a agenda da cidade.

Mas, mesmo nesse turbilhão de oferta cultural, o Brasil brilha no Moma (The Museum of Modern Art – Museu de Arte Moderna) com uma exposição da artista modernista Tarsila do Amaral. Possivelmente, o quadro mais famoso de Tarsila é Abaporu, uma das obras de maior expressão do movimento antropofágico. Na verdade, é um quadro-criador do movimento. Tarsila presenteou a pintura ao marido Oswald de Andrade, em 1928. O impacto foi tanto que ele teria sugerido criar-se um movimento a partir da obra. Assim, junto com o poeta Raul Bopp, nomearam de Abaporu: que em tupi significaria Homem que come gente.

Hoje, o quadro é de propriedade de um colecionador particular na Argentina. Poder conferir essa peça a olho nu é um privilégio, uma oportunidade.

Além de Aboporu, a exposição também conta com outras peças famosas, como Carnaval em Madureira e Operários, e também algumas menos conhecidas, com paisagens de Minas ou do interior. Rascunhos de seus projetos também estão na exposição, apresentando um pouco do processo criativo da famosa artista.

A exposição fica no Moma até 3 de junho.

Equipe Villarino

Leia Mais

Deborah Colker: Cão sem Plumas traz força e potência

Deborah Colker está em cartaz até amanhã, domingo, no Oi Casa Grande com a obra Cão sem plumas, baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920- 1999). Essa apresentação antecede a sua turnê internacional.

Publicado em 1950, o poema acompanha o percurso do rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco. Mostra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites, a vida no mangue, de “força invencível e anônima”. A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno. “O espetáculo é sobre coisas inconcebíveis, que não deveriam ser permitidas.”, afirma Deborah.

A dança se mistura com o cinema. Cenas de um filme realizado pela coreógrafa e pelo pernambucano Cláudio Assis – diretor de longas-metragens como Amarelo Manga e Febre do Rato – são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos 13 bailarinos. As imagens foram registradas em novembro de 2016, quando coreógrafa, cineasta e toda a companhia viajaram durante 24 dias do limite entre sertão e agreste até Recife.

A contribuição pernambucana também se vê na úsica, com Jorge Dü Peixe, da banda Nação Zumbi e um dos expoentes do movimento mangue beat, e Lirinha (ex-cantor do Cordel do Fogo Encantado, poeta e ator). O carioca Berna Ceppas também participa da equipe da trilha sonora. Ceppas está com a companhia desde o começo.

Lama, paisagens descritas no poema, passos ao estilo de caranguejo. O mangue está presente desde a obra do geógrafo Josué de Castro, que foi transformado em referência mangue beat pelo compositor Chico Science.

Em Cão sem plumas, Deborah reúne aspectos de toda a sua carreira. “Cabem a elegância do clássico, a lama das raízes e o olhar contemporâneo. O nome disso é João Cabral”, diz ela.

 

Leia Mais

Festival Toca movimenta o feriadão carioca

No Rio de Janeiro é feriado municipal na segunda-feira, dia 23, dia de São Jorge. A cidade tem tudo para curtir um belo feriadão. Pois o Festival Toca promete movimentar a cidade tanto na rua como em alguns teatros. A programação é variada e convem olhar detalhadamente. Mas tem algumas atrações que merecem destaque de antemão.

Hoje temos o ilustre João Bosco abrindo os trabalhos do festival no Teatro Carlos Gomes. O cantor mineiro já tem mais de 50 anos de carreira, embora isso seja difícil de precisar no mundo da música. O começo pode ter sido quando se começou a aprender os acordes de violão, depende do ponto de vista. Mas o fato é que em 1967 ele já conhecia Vinicius de Moraes em Ouro Preto. De lá para cá, mais de 20 álbuns gravados.

Para os fãs de teatro, amanhã tem palestra no MAR com um mestre da linguagem corporal e da cultura popular, o pernambucano baseado em São Paulo, Antonio Nóbrega. Ao passo que à noite o Teatro Carlos Gomes vai receber a voz afinada de Monica Salmaso, apresentando o cd “Caipira”. E a noite segue no mesmo teatro com a super presença de Zé Miguel Wisnik, Livia Nestrovski e Arthur Nestrovski, com “Mortal Loucura”.

Achou que era tudo para sábado? Nada disso. Ninguém mais ninguém menos que Elza Soares estará no palco na Praça Mauá, de graça para todos os fãs.

A festa na rua continuará no domingo, com o sucesso da banda Baiana System e o veterano tropicalista Tom Zé. Ambos se apresentam na praça Mauá.

Como segunda-feira é folga do trabalho, o festival continua relembrando o Carnaval: cortejo do Boitatá pelas ruas do Centro. E mais atrações nos teatros também, para aqueles que preferem a tranquilidade e conforto da cadeira para assistir a um espetáculo.

Este feriado, ficar em casa é só por opção. Há bons motivos para sair!

Para maiores informações:

http://www.todacancao.com.br/

Leia Mais

Eurovision 2018 é em Lisboa!

Lisboa será a anfitriã do 63º Eurovision, evento anual de música europeu e o maior no mundo. Campeão no ano passado com a música de Salvador Sobral, “Amar pelos Dois”, Portugal conquistou a honra de receber o campeonato internacional, que contempla 43 países em 2018. A cada ano, os países participantes têm suas disputas internas até chegar a um campeão nacional, que representará o país na grande final. As semi-finais e a final acontecem na capital portuguesa, prometendo dias de festa entre os dias 7 e 12 de maio. Faltam 21 dias para os festejos!

O evento pode ser pouco conhecido no Brasil, mas mobiliza bastante os países participantes em suas diferentes fases de competição, além de ser transmitido para os 5 continentes. Grandes nomes do showbiz como ABBA, Julio Iglesias e Celine Dion tiveram parte da sua história começando no Eurovision, o que colabora para que o evento ganhe repercursão entre os espectadores e esperança aos músicos e cantores que participam da disputa. A famosa música de Domenico Mudugno’s “Nel Blu Dipinto Di Blu”, também conhecida como “Volare” foi um dos sucessos em 1958. No Brasil essa canção é mais conhecida na versão da banda Gipsy Kings, mas até David Bowie chegou a fazer a sua cover da música. Tudo isso, muito antes de reality shows como X Factor ou Fama.

A festa, que integra diferentes países através da música, comove as torcidas mas também traz algumas polêmicas, sejam políticas ou culturais. Em 1957, por exemplo, a dupla de cantores dinamarqueses chocou o público com um beijo de 11 segundos, gerando reações raivosas na época. Mas se é para falar da Escandinávia, convém mencionar uma outra curiosidade sobre o festival: a campeã dos lanterninhas foi a Noruega, sendo 9 vezes a última da lista, a maior perdedora. Talvez os jurados julguem eles melhores com o bacalhau do que em competições musicais.