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Ivete Sangalo é uma das principais atrações do Festival Canta Niterói

Na noite de ontem, Ivete Sangalo postou uma pequena homenagem para Fátima Bernardes pelo aniversário da Apresentadora do programa Encontro. A bela  aproveitou seu Stories para falar sobre as edições do programa The Voice, da segunda e terça-feira fazendo propaganda do #teamivete.

Além disso, no próximo dia 30, a cantora será uma das principais atrações do Festival Canta Niterói, que reúne grandes nomes da música brasileira, entre eles: Ivete Sangalo, Simone e Simaria, Vintage Culture, Anitta, Ferrugem, Sorriso Maroto, Dilsinho e Bruninho & Davi. Ao todo serão 14 horas de músicas sem intervalos.

Em sua 3ª edição, o Canta Niterói segue firme no calendário da cidade como o maior festival realizado a cada ano.

Preços:
Pista Unissex – 3° lote: Inteira (R$110) / Meia (R$55)
Area Premium Unissex – 3° lote: Inteira (R$160) / Meia (R$80)
Area Master Unissex – 3° lote: Inteira (R$200) / Meia (R$100)
Area Canta Open Bar Masculino – 3° lote: R$500
Area Canta Open Bar Feminino – 3° lote: R$350

Observação:

Preços sujeitos a alteração sem aviso prévio.

Pontos de venda:

Lojas South.

Facebook: https://www.facebook.com/events/240762450022754/

Generos: Música Eletrônica,Axé,Sertanejo,Samba,Eclético,Pagode,Funk

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Adriana Calcanhotto em turnê

Adriana Calcanhotto apresentou a sua turnê “A Mulher do Pau Brasil” no dia 29 no Teatro Oi Casa Grande, no Rio. Com canções inéditas e releituras, show estreou em Portugal e vai percorrer cidades brasileiras nos próximos meses.

‘A Mulher do Pau Brasil’ foi idealizado como ‘concerto-tese’, ou seja, uma conclusão da residência artística de ADRIANA CALCANHOTTO na Universidade de Coimbra, onde esteve nos últimos dois anos entre cursos e apresentações. A imensa repercussão do show gerou uma turnê que começou pela Europa e chegará a diversas cidades brasileiras a partir de agosto. Acompanhada por BEM GIL e BRUNO DI LULLO, Adriana elaborou um roteiro com músicas compostas no período lusitano, releituras (a recente ‘As Caravanas’, de Chico Buarque, por exemplo) e também reencontra clássicos de seu repertório, como ‘Inverno’, ‘Vambora’ e ‘Esquadros’.

Não à toa que ‘Vamos Comer Caetano’, composta para o disco ‘Maritmo’ (1998), foi retomada no repertório e sublinha o conceito antropofágico da apresentação, através da ideia de devorar, se apropriar e reinventar a informação que vem de fora.

‘Costumavam me perguntar se eu já tinha virado portuguesa e eu sempre respondia que não. Nunca me senti tão brasileira como agora’, conta Adriana, que foi nomeada Embaixadora da Língua Portuguesa da Universidade de Coimbra no final de 2015.

 

Fotos: Cristina Granato

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R-E-S-P-E-C-T

Com apenas 25 anos, Aretha Franklin transformou a música composta por Otis Redding. Não apenas lançou a música ao sucesso, mas fez adaptações que tornaram a música um hino para reivindicações feministas. O contexto de 1967 nos Estados Unidos, de luta por direitos civis e o fim da desigualdade racial, fez com que a canção fosse cantada pelos movimentos negros também.

“Achei que precisava soletrar”, explicou Aretha, em referência ao famoso refrão. Não bastava pedir, era necessário afirmar, exigir e explicar: R-E-S-P-E-I-T-O! A sua interpretação deu força à palavra e, assim, contagiava. Quem não quer respeito?

Filha de um pastor batista, Aretha era a própria encarnação do “soul” (alma), tanto pelo estilo de música como porque dava vida aos versos.  Aos 76 anos, a diva do soul faleceu nesta última semana, por problemas de saúde que a acompanharam desde 2010. O ex-presidente Barack Obama declarou esta semana em seu Instagram que “toda vez que ela cantava, éramos abençoados pelo divino. (…) Através de suas composições e musicalidade, ela ajudou a definir a experiência americana. Na sua voz pudemos sentir a nossa história, por inteiro e em suas nuances. (…) Ela nos ajudou a nos sentirmos mais conectados uns aos outros, com mais esperança e mais humanos.”

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Tom Jobim, Dona Ivone Lara e outros ícones do Brasil ganham nova roupagem na voz de Alexandra Jackson

Com a participação da cantora norte-americana Alexandra Jackson, Legacy & Alchemy conquista Brasil, Estados Unidos e o mundo com uma fusão de musicalidades

“Ao prestarmos homenagem, estamos forjando um caminho adiante”, explica Robert Hebert, a força motriz por trás de um esforço de três anos para chegar ao resultado de um projeto em que a música brasileira e americana se encontram.

Ao contemplar os grandes nomes dos dois países e traçando as histórias compartilhadas, “Alexandra Jackson: Legacy & Alchemy” transforma a complexidade esquecida da música popular há décadas em um álbum de estreia contemporâneo para a nova cantora internacional Alexandra Jackson.

A artista pode ser nova para a cena, mas ela está nos ombros de gigantes, muitos dos quais fazem uma aparição no álbum.

O projeto pode se orgulhar ao dizer que possui a última gravação da formidável Dona Ivone Lara, que nos deixou no início de abril.

“É difícil exagerar seu legado, com toda a sua tenacidade e criatividade. Ela foi inovadora”, explica Hebert.

Sua contribuição ao samba é homenageada em “Sonho Meu” e “Força de Imaginação”, que também apresentam uma das estrelas em ascensão do samba, Pretinho da Serrinha, além de Alexandra.

Essas faixas conquistaram elogios e entusiasmo no Brasil, que sabe da importância de suas canções para a herança musical.

“A importância de Dona Ivone Lara e o respeito que estamos pagando por seu legado conquistaram muita atenção da mídia brasileira. Parece um grande elogio ao projeto ”, diz Hebert.

Legacy & Alchemy: um álbum onde Brasil e Estados Unidos “conversam”

 O lado americano da equação alquímica é igualmente impressionante.

Al Jarreau se juntou ao projeto dando unidade ao entendimento mútuo, enquanto “All One”, composta por Oscar e Lorraine Castro-Neves já chegou ao posto de 17ª canção mais ouvida da Billboard.

Sendo assim, também marca história, pois foi sua última gravação em estúdio.

“Al sempre abordou todas as músicas exigindo a perfeição de todos os envolvidos, do letrista às suas próprias tomadas”, diz Hebert.

Diversos músicos em um único objetivo

Essa paixão é comprovada em sua performance final, que presta homenagem tanto à arte de Jarreau, quanto ao seu status de estrela no Brasil.

Outros ícones se cruzam em Legacy & Alchemy, de formas que apontam para os laços atuais entre Jazz, Soul americano e Samba brasileiro, Bossa Nova e outros estilos.

Miles Davis estava em fase de produção com Ivan Lins quando também nos deixou. Por isso, Lins é um dos principais contribuintes do álbum, como uma homenagem tardia a Miles, se juntando ao “Corcovado” que reproduz uma gravação de Miles dos anos 60.

Logicamente, é enriquecida com a voz distinta de Antonio Carlos Jobim de uma gravação de décadas atrás, assim com os vocais distintivos de Ivan Lins e Alexandra Jackson, mantendo o alinhamento do Português ao Inglês.

Esses artistas são acompanhados por uma orquestra brasileira e uma seção rítmica do “Hall of Fame”, ambos sob a orientação do brilhante Larry Williams.

Juntos, eles magicamente trazem tudo para o dia presente.

Os co-produtores de álbuns Hebert e Williams juntam forças em uma composição de obra de Carlinhos Brown: “Veleiros Negros”, que Alexandra canta acompanhada pelos melhores músicos brasileiros e norte-americanos.

São eles Paulo Calasans, Teo Lima, Arthur Maia, João Castilho, André Siqueira e o vocalista americano Curtis King.

O ícone Carlinhos Brown é apresentado em outra música do álbum, mas ofereceu uma composição visionária ao projeto, em que Williams e os músicos mestres reúnem a África, o Brasil, o Jazz e o Blues americanos de forma sinérgica.

Por fim, a cantora é o fio que liga a complexa tapeçaria. Alexandra dominou a elegância das letras do Português brasileiro e habitou a esperança das músicas em Inglês.

Sua voz dá suporte aos mais experientes do projeto, sabendo brilhar nos momentos certos e dando espaço para todos.

“Há um enorme caldeirão de música no mundo hoje e eu quero convidar as pessoas a mergulharem nele”, instiga a cantora.

E finaliza: “Quando Jazz, Blues e Soul se fundem ao Samba e Bossa Nova e vice-versa, essa mistura só fica mais rica”.

 

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Tribalistas chegam ao Rio em agosto

A turnê inédita dos Tribalistas começa por Salvador, no dia 28 de julho, na Arena Fonte Nova. Segue para o Rio de Janeiro (3 e 4 de agosto, Marina da Glória), Recife (10 de agosto, Centro de Convenções), Fortaleza (11 de agosto, Centro de Formação Olímpica), São Paulo (18 de agosto, Allianz Parque), Porto Alegre (24 de agosto, Arena Beira Rio), Curitiba (25 de agosto, Pedreira Paulo Leminski), Brasília (1 de setembro, Arena Mané Garrincha) e, por fim, Belo Horizonte(7 de setembro, Esplanada do Mineirão). No email tourtribalistas@kappamakki.com.br, o público poderá tirar suas dúvidas em relação à turnê e às apresentações.

 

Nos 15 anos que separam o primeiro do segundo álbum, os Tribalistas incluíram em seus shows solos canções que se tornaram sucesso nacional e internacional, como “Passe em Casa”, “Velha Infância” e “Já Sei Namorar”. Essas e outras de ambos os discos formam a base do roteiro do show dirigido por Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Leonardo Netto, que também terá parcerias do trio gravadas por outros artistas ou por eles mesmos em outros projetos. A banda será formada por Dadi Carvalho (baixo, guitarra, bandolim e teclados), Pedro Baby (violão e guitarra), Pretinho da Serrinha (cavaquinho) e Marcelo Costa (bateria).

 

Batman Zavareze, responsável pelo Festival Multiplicidade e pela direção de arte do impactante show “Verdade Uma Ilusão” de Marisa, criou o cenário da turnê unindo música, arte e tecnologia.

 

A carioca Marisa, o paulista Arnaldo e o baiano Carlinhos moram cada um em sua cidade de origem, o que torna raro se encontrarem fisicamente para compor. A escolha de Salvador para lançamento da turnê foi apropriada. Foi lá que o projeto Tribalistas nasceu quando Brown produzia com Alê Siqueira o álbum Paradeiro, de Arnaldo Antunes, em 2001. Convidada a participar da faixa-título, Marisa permaneceu na cidade com eles e dali nasceram quase duas dezenas de canções. Alê Siqueira assinou com eles a coprodução de ambos os álbuns pilotados por Marisa, que também contou com Daniel Carvalho no segundo.

 

O meio musical passou por grandes transformações nesses 15 anos. Com mais de 3 milhões de CDs vendidos no Brasil e no mundo sem fazer shows, os Tribalistas voltaram a surpreender com a inovadora iniciativa de lançamento do segundo álbum com uma transmissão ao vivo de grande impacto na fanpage dos três artistas, vista durante uma hora simultaneamente por 5,62 milhões de fãs em 52 países, em que apresentaram quatro canções: “Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança”.

 

Lançado, em agosto de 2017, em CD e DVD pela Universal Music e nas plataformas digitais pela Altafonte, o álbum já é Disco de Ouro no Brasil e ganhou versão em vinil juntamente com o de 2002.

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Festival Mimo em Amarante, Portugal

De 20 a 22 de julho, fiquem ligados que o Festival Mimo terá edição em Portugal, em Amarante, distrito de Porto. O festival, que começou há 15 anos nas igrejas barrocas de Olinda, hoje conquistou mais quatro cidades, três no Brasil e mais agora a novidade em Portugal.

Ali, no norte do país, os palcos do festival receberão nomes internacionais como Herbie Hancock (EUA), Shai Maestro Trio (Israel) ou Gogo Penguin (Reino Unido). Mas a programação luso-brasileira inclui nomes de peso também, como a banda Três Tristes Tigres, de Portugal, ou um rol de bandas brasileiras: Nação Zumbi, Baiana System, os cantores Jards Macalé, Rodrigo Amarante ou a Céu.

Importante ressaltar que a programação é toda gratuita.

Foto: João Eduardo Figueiredo

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RockinRio Lisboa 2018 terminou ontem

Ontem se encerrou mais uma edição do Rock in Rio Lisboa, com um público animado pelos grandes show do último dia. Teve transmissão ao vivo do jogo da Copa, mas essa parte não trouxe tanta alegria, melhor focarmos nos shows. Katy Perry ensaiou umas palavras em português, admitindo que seu avô era de Açores.
No show de Ivete Sangalo, um momento especial: Daniela Mercury marcou presença no palco para um dueto com um hit de sucesso: “O canto da cidade”. Sobre a convidada, Ivete se pronunciou: “Ela foi lá na frente e foi trilhando caminho”.
Além das cantoras, o encerramento do RiRLisboa ainda contou com outras atrações, como Jessie J, Hailee Steinfeld, Slow J e a banda Os Tais.

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Fernanda Abreu na Praça Mauá

Para quem gosta de assistir à Copa na rua, com telão e torcida em coro, a Praça Mauá vai ser local para jogo e festa nesta Copa. Na abertura do torneio, na 5a feira, Fernanda Abreu foi uma das atrações, junto com o dj João Brasil. Para amanhã, dia de jogo do Brasil, a programação conta com Iza e Bochecha para animar a praça.

 

Fotos: Ricardo Nunes

 

 

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Hanna e a bossa nova

A cantora Hanna fez um show em homenagem aos 87 anos de João Gilberto.

Clássicos da bossa nova como Desafinado, Chega de Saudade, Ela é Carioca, entre outros, encantaram o público.

Hanna tem experiência de palco, sendo uma porta-voz desse jeito carioca de cantar pelo mundo afora: França, Grécia, Suíça, Itália ou Marrocos, sua voz já alcançou públicos bem diversos. Em breve ela começa uma nova turnê.

O J Club lotou e os ingressos foram esgotados, o Show teve início às 21hs e contou com a presença de Luis Villarino e Claudio Cavas, do casal Marcelo Sousa e José Antonio Monteiro que irão oficializar a relação em agosto, Lalá Von Gutenberg, Carlos Alberto e Beth Serpa, ator Pedro Saeys , o produtor Marcus Brandão, a mãe de Monique Evans – Conceição Cury  entre outras.

Fotos: Marcelo Borgongino

 

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