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Maravista no Sofitel Ipanema

O Sofitel Ipanema realizou na sexta-feira passada, dia 29, a IV edição da festa “Maravista” em seu terraço, no 23ª andar, em frente à praia de Ipanema. Carol Fazu, Yara Figueiredo, Narcisa Tamborindeguy, Marcia Gabrielli, Irajá Carneiro, Geraldo Celidonio foram alguns dos convidados do evento. No comando das carrapetas esteve a DJ Dri Carvalho. A noite contou ainda com uma atração especial que foi músico Eric Ramoa, especialista em mesclar o som do violino com música eletrônica. A noite movimentou a Vieira Souto até às 3 da matina.

Fotos: Mariama Pietro

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Milton Cunha ​apresenta​ seu novo espetáculo Palavras e Canções no Teatro Clara Nunes  no próximo dia 26

Comemorando mais de 25 milhões de acesso em suas redes sociais na internet, ao longo de 1 ano, Milton Cunha reúne os conteúdos mais acessados, e apresenta-os no palco, em seu novo espetáculo teatral, PALAVRAS E CANÇÕES, que ​será apresentado, em 02 únicas apresentações, no Teatro Clara Nunes ( Rua Marques de São Vicente 52 – 3o Andar – Shopping da Gávea) ​, no dia 26 de junho/2018, sempre às 19h.​

O espetáculo que narra a sabedoria do senso comum, presente nos pensamentos rápidos e sem autoria da internet.

O ritmo vertiginoso da sequência de raciocínios, é pontuado pela cantora Sandra Portella, com o auxílio luxuoso dos músicos Rafael Prates e Villa Lobo, que “empacotam” os núcleos temático embalando-os em finas melodias.

O amor, os inimigos, a felicidade, dicas de bem viver, superação, (e porque não?), um pouco de sarcasmo, estão reunidos em 90 minutos de conversa, levando a plateia a refletir sobre valores humanos e a vida em sociedade.

Riso, lágrimas, pensamentos e música da melhor qualidade, num espetáculo que privilegia,Palavras e Canções!

 

Milton Cunha é o Comentarista de Carnaval da TV Globo, Pós Doutor em Narrativas de Cultura pela Letras e escola de Belas Artes da UFRJ. Foi carnavalesco por 30 anos, é Diretor e Ator pelo Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro.

Sandra Portella é cantora há 18 anos, já tendo passado por vários estilos musicais. A eclética intérprete já se apresentou, ao lado de vários artistas consagrados como Alcione, Martinho da Vila, Diogo Nogueira, Dudu Nobre, Neguinho da Beija Flôr, Sandra de Sá, entre outros. Atualmente, lançou seu primeiro Cd “Banho de Fé” Produzido sob a batuta do grande Maestro Rildo Hora, com participações mais que especiais de Martinho da Vila e Moacyr Luz.

Rafael Prates é músico, arranjador e produtor musical: Músico e arranjador do Cd das escolas de samba do grupo especial do Rj e já gravou com vários artistas consagrados do Samba. Atualmente toca na banda do cantor Dudu Nobre.

Villa-Lobos é Músico/Percussionista… Diretor de bateria da Estácio de Sá, já gravou com vários artistas do mundo do samba e atualmente toca no grupo de pagode Medalha de Ouro.

 

PALAVRAS e CANÇÕES

Roteiro, direção e apresentação de Milton Cunha.

Com a cantora Sandra Portela e os músicos Rafael Prattes e Villa Lobo.

​Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Local:

​Teatro Clara Nunes 

Rua Marquês de São Vicente 52 – 3o andar – Shopping da Gavea​

​T​

  1. 2274-9696​

Quando: Dias 19 e 26 de junho​/ 2018

​Terç​

a Feir

​a 19h

Preço dos Ingressos: R$ 60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima dos 60 anos)

Tempo de duração: 90 minutos

Livre para todas as idades

Gênero: Musical

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João Roberto Kelly comemora seus 80 anos

O Rei das Marchinhas JOÃO ROBERTO KELLY comemorará seus 80 anos, (muito bem vividos, é claro!) em 02 shows que lançarão sua mais recente marchinha para essa Copa do Mundo, em homenagem ao jogador Neymar e o técnico Tite.

No dia 24/06, dia de São João e seu aniversário, o show será na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360), domingo 19h e terá as participações dos cantores e compositores Neguinho da Beija Flor que ganhou apelido de (Neguinho da Beija Flor) em seu programa na Tv Tupi, “Rio Que Dá Samba” onde Kelly foi o apresentador do programa e líder de audiência na época, (anos 77 e 78) e Eduardo Dussek que gravou algumas marchinhas dele, durante sua carreira e no dia 29/06, dia de São Pedro, a festa será na segunda casa do ‘Rei das Marchinhas’, a Sede do Cordão da Bola Preta, o quartel general do Carnaval (rua da Relação 03, esquina com a Rua do Lavradio) e contará com as participações do cantor Makley Matos cantando canções de Ataulfo Alves e a banda do Cordão da Bola Preta.

Nos 02 shows será apresentado, pela primeira vez, ao vivo, a sua nova “Marchinha da Copa” que já é um sucesso nesta Copa do Mundo.

 

Já encomendei meu sorriso

Dessa vez não vale chorar

Quero ver o mundo gritando

Neymar, Neymar, Neymar

 

A galera tá ligada

Um novo tempo surgiu

Sonhei com o Tite vibrando

Em cada gol do Brasil

 

Lançada no final de março, a composição traz palavras de incentivo à Seleção e foi planejada para conquistar a torcida em todo o Brasil. “Marchinha da Copa” já está disponível no Youtube e conta com a participação do próprio compositor:

“Sou compositor popular e acho que a música popular caminha junto com o futebol”, observa Kelly que evitou escrever uma letra ufanista por acreditar que esse aspecto prejudica a própria Seleção, acostumada a escutar mensagens como “já ganhou!”.

O novo trabalho foi escrito rapidamente, segundo ele, e impulsionada pela repercussão de “Alô, Alô, Gilmar”, que foi sucesso no último carnaval. “Com a experiência desta, gostei das redes sociais. Ela foi campeã de visualizações”, observa. Somando todos os canais onde o vídeo foi publicado, ele ultrapassou 300 mil acessos.

O clipe de “Marchinha da Copa” conta com o mesmo grupo da marchinha anterior: Manu Santos, Gilson Bongil, Fernando Reski, Cida Moraes, Chico Balanço e Lúcio Mariano, cujo estúdio foi usado como locação, se juntam a Kelly na gravação. “A marchinha está dentro do meu estilo. Não é carnavalesca, mas é para ser cantada em grupos, nos blocos e pelas torcidas. Minhas músicas de carnaval já são cantadas por algumas, mas com as letras trocadas”, comenta, citando “Mulata Iê Iê Iê” como a mais popular entre os fãs do esporte, que inserem palavras de baixo calão no refrão.

O novo trabalho faz referências diretas ao jogador Neymar e ao técnico Tite e indiretas ao 7 x 1 que desclassificou a Seleção na última Copa (através do verso “Dessa vez, não vale chorar”). Além disso, remete a uma tradição antiga, quando o gênero não era restrito a canções carnavalescas: até a chegada da primavera era comemorada através de canções. Para o artista, é necessário mais espaço para estas composições: “As de São João fazem falta… Tinha marchinha até de Natal”, ressalta, citando “Anoiteceu”, de Assis Valente”.

Kelly sugere que as marchinhas carnavalescas resistiram ao tempo por não serem datadas. “Alô, Alô, Gilmar”, seu trabalho mais recente envolvendo essa data, não trazia nenhuma referência à festa e, apesar da crítica, não foge da ironia considerada por ele necessária neste gênero. “Tem que ter uma pimentinha”, sugere. Por este motivo, critica o politicamente correto, o que, em sua visão, caminha para o exagero. Ainda assim, destaca que nem os blocos temáticos ignoram esses trabalhos: “Acho que carnaval é para todo mundo. No meio das músicas, sempre tocam marchinhas. Dou a maior força!”, elogia, dizendo ser fã desse tipo de desfile.

Apesar de deixar claro não ser compositor apenas desse gênero, Kelly reconhece que esse retorno por parte do público em meio a eventos populares. “A maior alegria de um compositor é ver o povo, em uma manifestação popular, cantando. No meu caso, gosto ainda mais quando estou no meio. Quando ouvi ‘Cabeleira do Zezé’ pela primeira vez no Municipal, eu nem sabia que era sucesso. Quase desmaiei quando ouvi o maestro tocando”, lembra.

Sobre a nova idade, faz questão de compartilhar o segredo de tanta saúde: “É uma receita que os médicos gostam: acordar cedo, caminhar no calçadão, dieta balanceada, evitar álcool e dormir cedo. É tudo o que NÃO faço”, diz, rindo, antes de continuar: “Hoje, levo uma vida normal. Se me chamam para uma noitada, estou dentro”. Ainda assim, ele acredita que é a religiosidade é o que mantém na ativa: “Um homem sem fé é um barquinho a deriva. Sou um homem prudente que já foi boêmio, mas nunca deixei de ter fé. Deus não priva de nada. Cada um sabe o que pode fazer”, finaliza.

Nos shows, além das participações especiais já anunciadas acima, estarão ao lado do João Roberto Kelly que tocará seu piano eletrico, os cantores Gilson Bongil e Manu Santos e os músicos Adilson Werneck (bateria) e Claudio Mateus (contrabaixo).

Certamente sucessos como “A Cabeleira do Zezé” (a primeira do compositor, que estourou em 1964 e segue até hoje como uma das mais executadas nos blocos e bailes de clubes de todo o país); “Mulata Iê-Iê-Iê” , mais conhecida como “Mulata Bossa Nova” ( composta em homenagem a 1a mulata a vencer o “Concurso Miss Guanabara de 1965, a Vera Lucia Couto), “Colombina”, “Joga a Chave, Meu Amor”; “Mormaço”, “Rancho da Praça Onze”, ”Paz e Amor”, “Israel”, “Boato”, “Dança do Bole Bole”, “Samba do Teleco – Teco”, na década de 1980, os sucessos “Maria Sapatão”, “Esse Menino é Gay” e “Bota a Camisinha”, lançadas pelo Chacrinha, além das mais atuais “Marcha do Barak OBama”, “Marchinha do Xixi” ( marchinha tema na Campanha de conscientização aos foliões mixões, pelo Sistema Globo de Rádio e Tv), “Marchinha do Porcalhão” e a mais atual, “Onde está o Meu  Dinheiro” entre tantas outras serão lembradas pelo compositor  João Roberto Kelly.

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Celebridades se posicionam contra o machismo

Com informações da BBC Brasil

 

Na última semana, um vídeo viralizou nas redes. Nele, torcedores brasileiros, sob o pretexto de ensinar cantos de torcida, fazem com que uma mulher russa repita palavras que remetem ao órgão sexual feminino.

Ela sorri e repete animada, claramente sem compreender o teor do que está sendo dito. Diferente do que era esperado pelos autores do vídeo, que tentavam fazer humor às custas de alguém que não dominava o português, a repercussão negativa gerou uma série de manifestações de recriminação à ação dos torcedores.  A atitude foi recriminada por diversas celebridades brasileiras, como Fernanda Lima e Bruna Linzmeyer.

“Não é engraçado. É machismo. Misoginia. E vergonha. Muita vergonha”, afirmou a Linzmeyer, em seu perfil do Instagram. As cantoras Ivete Sangalo e Daniela Mercury lamentaram, pelo Twitter, o que chamaram de “papelão machista” e “abuso moral”.

Além disso, resultou no posicionamento de grandes empresas, como Latam, por exemplo.

A atitude desrespeitosa dos torcedores gerou uma grande onda de protestos e críticas às posturas machistas adotadas. As falas engrossaram as denúncias sobre machismo e sexismo no Brasil que permeiam todos os setores, desde o ambiente profissional ao cotidiano das mulheres.

O combate ao machismo tem sido pauta recorrente. Em  Hollywood, por exemplo, o movimento Time’s Up! Mudou a dinâmica das premiações, expôs e baniu figuras poderosas do mercado cinematográfico americano. No Brasil, o combate a estas formas de violência tem adquirido cada vez mais adeptos. Comportamentos antes naturalizados tem sido repensados e novas posturas adotadas.

Na semana passada, Gabi Amarantos fez uma reinterpretação da música Mulheres, clássico imortalizado na voz de Martinho da Villa. A cantora alterou a letra da canção retirando itens considerados machistas e substituindo-os por temas da causa feminista.

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Últimos dias de exposição

Termina neste sábado, dia 23, a exposição do artista José Rodrigues de Miranda na Galeria Evandro Carneiro Arte. O joalheiro e colecionador francês Lucien Finkelstein, fundador do Museu de Arte Naïf no Rio de Janeiro, conheceu José Rodrigues nos subúrbios de Recife, onde o pintor morava em 1972. Lucien foi uma pessoa chave na divulgação do trabalho de José Rodrigues mundo afora. Em seus 35 quadros em exposição, vê se um Brasil popular, do cotidiano de trabalho, festas e muitas cores.

A mostra é organizada pela filha de Lucien, Jacqueline Finkelstein. Trata-se de uma bela homenagem ao trabalho do artista, falecido em 1985.

Na galeria também se pode ver outras obras de arte popular. A artista Deborah Costa também tem sua obra na coleção da galeria.

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Fotos da noite de abertura da exposição: Marco Rodrigues

Exposição José Rodrigues de Miranda

Galeria Evandro Carneiro Arte:  Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center).

De segunda a sábado, das 10h às 19h.

 

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Show de Caetano e filhos

O cantor Caetano Veloso apresentou seu show com seus filhos Tom, Zeca e Moreno na casa Vivo Rio por dois dias seguidos, dias 15 e 16 de junho. Consagrado por sua trajetória de música e poesia, Caetano e seus filhos reuniram vários artistas que foram prestigiar o espetáculo: Romulo Arantes Neto, Ricardo Tozzi, Preta Gil, Silvia Buarque, Maria Padilha, Mariana Weickert, entre outros.

 

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Fotos: Ricardo Nunes

 

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Mauricio Pessoa lança Without You

Mauricio Pessoa lança seu terceiro álbum, Without You. São um pouco mais de 23 minutos de belas melodias e arranjos orquestrais.     As referências fornecidas incluem Time Out, de Dave Brubeck, e Urubu, de Tom Jobim. Uma obra que dialogue com esses dois mestres, já parece ser motivo para se conhecer e escutar com atenção.

Mauricio estudou na prestigiosa Juilliard School, em Nova York, onde, por sua vez, foi aluno de Ned Rorem e John Corigliano. Se Tom Jobim, Chico Buarque e Paulinho da Viola sempre foram fontes de inspiração para Mauricio, as aulas com seu professor Ott o fizeram ouvir mais Debussy, Stravinsky, Tchaikovsky e Beethoven.

O resultado está aí, a cada novo álbum, novas elaborações.

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Foto: Cristina Granato

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GP 2018

O grande torneio do Jockey Club, edição 2018, foi um desfile de celebridades e high society.

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Fotos: Marco Rodrigues

 

 

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O homem de La Mancha

Nessa segunda-feira, dia 11, rolou uma sessão especial do musical ‘O Homem de La Mancha’, de Miguel Falabella, sobre as aventuras de D. Quixote, no Teatro Bradesco, no Rio. Produzido pelo Atelier de Cultura, a montagem tem no currículo o Prêmio APCA de melhor espetáculo teatral, além do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Musical.

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Fotos: Eny Miranda.

 

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Hanna e a bossa nova

A cantora Hanna fez um show em homenagem aos 87 anos de João Gilberto.

Clássicos da bossa nova como Desafinado, Chega de Saudade, Ela é Carioca, entre outros, encantaram o público.

Hanna tem experiência de palco, sendo uma porta-voz desse jeito carioca de cantar pelo mundo afora: França, Grécia, Suíça, Itália ou Marrocos, sua voz já alcançou públicos bem diversos. Em breve ela começa uma nova turnê.

O J Club lotou e os ingressos foram esgotados, o Show teve início às 21hs e contou com a presença de Luis Villarino e Claudio Cavas, do casal Marcelo Sousa e José Antonio Monteiro que irão oficializar a relação em agosto, Lalá Von Gutenberg, Carlos Alberto e Beth Serpa, ator Pedro Saeys , o produtor Marcus Brandão, a mãe de Monique Evans – Conceição Cury  entre outras.

Fotos: Marcelo Borgongino

 

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