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Palácio de Cristal em Petrópolis

Nesta época do ano, o frio na Região Serrana do Rio atrai muitos turistas. Trutas, fondues e fábricas de chocolate ou queijo ajudam a criar este clima de inverno, pois na nossa cultura, brasileira ou portuguesa, a comida é uma forma da nossa expressão.

Mas a serra oferece mais do que bons cardápios. Um passeio imperdível é o Palácio de Cristal, em Petrópolis. A fundição é francesa, encomendada pelo Conde D’Eu, marido de Princesa Isabel. A construção foi um presente do Conde para a Princesa.

Uma data importante na história do Palácio foi a libertação dos últimos escravos de Petrópolis, em abril de 1888, ainda antes da Lei da Abolição ser assinada.

Hoje o palácio hospeda eventos, shows e festas, sendo um símbolo para a cidade.

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Festivais, festas e festinhas de verão…

Por João Libério

Fui, neste fim-de-semana, aos últimos dias do Rock in Rio Lisboa e vim de lá a ponderar sobre este tema. Porque nesta altura, pelo menos aqui em Portugal, é preciso estar preparado para o que ainda aí vem… Os festivais de verão estão aí! E, com eles, muitos amigos, uma poeirada que se eleva ao ritmo das actuações, alguma desidratação que se compensa com imperiais (aí chamam-se de chopinhos), etc. Os motivos são mais que muitos: NOS Alive, Sumol Summer Fest, Super Bock Super Rock, EDP Cool Jazz, MEO Sudoeste, Sol da Caparica, Vodafone Paredes de Coura, só para nomear alguns.

Não há como negar! A época dos festivais de música já começou! A partir de agora, não vai haver um fim-de-semana sem um ou mais festivais a acontecerem por este nosso país à beira mar plantado. E surge logo uma dúvida: qual o “look” mais adequado para se usar? Não é escolha fácil, pois qualquer mulher quer estar gira e “trendy”, mas ao mesmo confortável, pois o calor aperta. E que maquilhagem usar? Com tanta poeira e terra? Pois, ainda que o neguem, o público feminino também quer dar um pouco nas vistas, sempre com alguma pitada de charme e sedução. Afinal, não se pode ir do mesmo modo que se vai aos eventos de verão, comumente denominados de “sunset”! Que também abundam nesta altura… Especialmente a sul. Sim, pelo Algarve, também está oficialmente aberta a “saison” das festas mais descontraídas e badaladas do ano, mas que, ainda assim, há que aparecer elegante, ao mesmo tempo em que se está a mostrar o bronzeado.

Por outro lado, há ainda as muitas outras festas populares para visitar, como é tradição no nosso verão e que se multiplicam por quase todos os concelhos, como é o caso de Agitágueda – Art Festival, o lindíssimo evento que se prolonga ao longo do mês de Julho e que cobre os céus da vila de Águeda de chapéus-de-chuva coloridos. Na mesma linha, em Campo Maior, existem as Festas do Povo, onde as ruas desta vila alentejana costumam ficar cobertas de inúmeras flores. Cerca de 30 mil flores são o testemunho de uma arte secular que é considerada “património cultural único no mundo”. Mas ainda não se sabe quando. Tantos lugares para onde ir, tamanhos dilemas…

Porém, se não vos apetecer ir a nada disto, se não quiserem “matar a cabeça” a pensar no que irão vestir, ou pensar na maquilhagem ideal que não se derreta com o tempo quente, o melhor é pegar na família e nos amigos, nas vossas havaianas e cestas de palha e, na maior descontração, seguirem para uma praia descansar e divertirem-se a valer!

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Pipa traz a arte no ar!

Beleza atrai beleza! Este é um ditado que vem sendo inteiramente  vivenciado na Praia de Pipa, litoral sul do Rio Grande do Norte, aonde pintores de diversas regiões, vem pincelando suas tintas e fazendo dessa pequena cidade um agradável polo artístico no Brasil.

Passeando por suas ruas é fácil perceber uma atmosfera favorável, onde turistas do mundo inteiro podem repousar seus olhos sobre uma variada produção artística. Desde o realismo até o contemporâneo, diversos estilos sopram com a mesma força do vento que molda as lindas paisagens da região. São ateliers e galerias que pelo olhar de seus artistas traduz em suas obras a beleza e o charme de suas praias, falésias, casario, costumes e cultura.

São vários ateliers como Santos Silva – @manchasemmovimento (1) – onde Jorge, artista carioca que há 13 anos vive em Pipa, apresenta “Manchas em Movimento”. Importante série que vem encantando pelas formas, cores e estilo inconfundíveis.  Ou as telas de Juliano Holanda – @jholanda_art (2), simpático gaúcho que confere a precisão de seu traço uma roupagem fantástica, nos levando a viajar muito além das cores em suas telas. Ou então na arte de Ludmila de Abreu – @ludmiladeabreu (3), artista e galerista (Galeria Refugo), nascida em Recife e que após muitos anos morando em Pipa, nos apresenta em seu olhar. Um universo próprio a ser delicadamente explorado.

E enfim para mim, Marcelo Bittencourt – @bittencourt.bitt (4), artista realista de Niterói, há seis meses radicado em Pipa. Uma surpreendente e agradável escola onde a troca de experiências traz um enorme enriquecimento profissional. Meu desafio e prazer é decifrar a luz e a peculiar paleta de cores da região.

 

Enfim, estar em Pipa, é vivenciar um grande atelier a céu aberto, banhado pela luz do sol eda lua e pelo talento desses e de diversos outros artistas.

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Travessia: livro da família Assayag

Por Estrella Assayag

Comparado ao Carnaval por sua grandiosidade, o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, é um dos maiores eventos festivos do Brasil. A festa acontece no último final de semana de junho, na Ilha de Tupinambarana, parte da cidade de Parintins, a 420 km de Manaus. Folclore e alegria, bois e competição, azul e vermelho, são termos que podem definir a celebração. Atualmente, o espetáculo acontece durante três dias no Centro Cultural de Parintins, conhecido como Bumbódromo. Dois grupos centenários de Boi-Bumbá, o Caprichoso (azul) e o Garantido (vermelho) encenam as lendas locais, com alegorias, cantos e dança a Festança será nos dias: 29, 30/06 e 01/07. Para os Assayag, não existe diversidade – azul ou vermelho.

Os Assayag quando fazem festa fazem pra valer! Nessa, me incluo. Adoro fazer eventos! Dia 28 de junho, o paraíso à beira do lago Macurany em Parintins, a ilha da magia, do encanto e do amor vai  tremer com a reunião da família Assayag para receber seus convidados em homenagem aos 130 anos que a nossa família vive em Parintins. O que falar dos Assayag? Somos abertos a todos. Somos uma grande família que se ama, se respeita e busca a melhor convivência, através de nosso sorriso largo.

A festança se dará com o lançamento do livro Travessia. Começa com os Assayag  saindo do Marrocos, atravessando o Atlântico e aportando em Belém do Pará, até chegarem em Parintins. O livro mostra as dificuldades, as aspirações, o apelo e o trabalho dos Assayag até os dias de hoje. São relatados fatos antigos ocorridos em Parintins, desde 1888, ano da “Libertação dos Escravos” no Brasil, quando os Assayag chegaram em Parintins. O evento contará com a presença dos Assayag do Rio de Janeiro, São Paulo, Belém, Belo Horizonte, Brasília e outros. As mestres de cerimônia são minhas queridas primas, filha e sobrinha do autor de Travessia, Simão Assayag (Dúnia e Sarah Assayag).

Entrevistei a Sarah Assayag online, querendo saber como estão seus sentimentos para apresentar e estar com nossa família toda reunida. Sarah me disse:

– É uma mistura de sentimentos bons, uma ansiedade para que chegue logo essa festa tão esperada por nós! Tudo é festa rsrsrs. Chega a ser engraçado…primos e tios que ainda não conhecemos, mas é transmitido uma energia positiva imensa. Eu e Dúnia estamos radiantes.

Eu, Estrella  Levy Assayag, agradeço  por essa homenagem, carinho, emoção  ímpar, dedicado pelos e para nós Assayag. Sou grata a todos vcs, Simão  e Graça Assayag pela receptividade. Tenho muito orgulho de pertencer a essa tribo. Amo ser Assayag. Amo vocês.

Viva a Casa Villarino!

A Casa Villarino é desses recantos no Centro que trazem tradição em seu nome. São 65 anos de portas abertas neste mês de junho! É motivo de comemoração: o público segue fiel, os quitutes continuam um sucesso e tudo isso é fruto de muitas histórias.

Tudo começou com o espanhol Luis Villarino Peres. Ele que abriu a casa que, anos depois, teria o famoso encontro de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, apresentados por Lúcio Rangel.

Pelas conversas do bar também surgiu o termo bossanova, alcunhado pelo escritor Fernando Lobo, pai do músico Edu Lobo, que depois também se aproximaria de toda essa turma musical.

Com tanta bagagem, certamente é um lugar que vale a pena conhecer. Vida longa à Casa Villarino!

 

 

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Sementes e frutos da Natureza Escondida

O encerramento do evento Natureza escondida no Parque Natural Municipal da Prainha,  domingo passado, marcou três dias intensos, com muitas atividades interessantes e gratuitas, que foram cuidadosamente planejadas pelo projeto de arte, cultura e educação ambiental do Plante1semente, criado pela terapeuta Claudia Braune em 2014. Muitos parceiros, terapeutas, artistas e o público voltado para o turismo ecológico, esportes e vida saudável, estiveram reunidos,  mostrando a importância dos parques ambientais e reservas florestais. Podemos nestes três dias de evento, compartilhar pontos de vista e experiências profundas, de respeito e amor, simplicidade e inclusão. As unidades de conservação protegidas pela constituição, dependem de nós e de uma fiscalização adequada.

Então venho trazer meu sincero agradecimento a toda a equipe do parque e sua dedicação integral durante o evento, a todos os parceiros, todos os presentes como a atriz Beth Goulart, moradora da região do recreio, que na foto da artista visual Rosa Bernardes ilustra bem o sentimento de todos, que viveram esta experiência e agradeceram pela simples  oportunidade de estarem neste lugar lindo, dentro da floresta e ao som das ondas do mar. Entre algumas obras de arte a céu aberto e as vivências tão bem direcionadas por cada profissional convidado, podemos resumidamente concluir que: a visão integral da saúde nos leva a conhecer um organismo extremamente sensível, afetado constantemente pelas emoções diárias e com uma grande capacidade de adaptação. Mas será que podemos nos distanciar tanto do ritmo orgânico, morar em caixas de concreto e usar sapatos que isolam o nosso corpo do resto do meio ambiente? Quais as consequências? Pesquisas atuais mostram o que os nossos antepassados já sabiam: precisamos do contato com a terra, precisamos um fio terra, para carregar o nosso campo eletromagnético. A noite em casa carregamos os nossos celulares, mas e o nosso corpo? E a nossa bateria humana? Na conclusão deste belo encontro, as palavras do mestre de yoga Orlando Cani com 84 anos, do índio fulnio Xumaya Xya com 28 anos, do Tony Paixão terapeuta do Caminho Nativo, da Mirella Dias sócia da empresa Vivazen  e do Pierre Andre Martin especialista em paisagismo ecológico, foram as mesmas, nós estamos desconectados a maior parte do tempo. Sem energia renovada ficamos mais doentes, cheios de dores no corpo, vivendo conflitos desnecessários e estresse. Para uma recarga é necessário, respirar, relaxar, andar descalço e caminhar perto do mar ou da floresta. Fica este alerta e também sobre a pegada de carbono, na palestra da bióloga Mariana Alonso, vimos que os países menos desenvolvidos como a áfrica, são os que menos poluem o planeta. Seguir modelos mais sustentáveis é um sinal de desenvolvimento tecnológico e cultural a exemplo da Holanda, um país desenvolvido que vive de energia limpa e oferece educação de primeira qualidade.

A educação de um ser humano é o ponto mais sensível aqui, todos juntos podemos mudar a nossa educação. O despertar da consciência maior e dos valores sagrados nos faz ver o rio como nosso irmão, ver tudo como uma extensão da nossa individualidade. Menos é mais na Natureza Escondida.

Propomos um encontro mensal no Parque, um dia de atividades do projeto plante1semente, com praticas para ajudar na saúde e no bem estar, sob responsabilidade da  coordenadora do projeto, fisioterapeuta e Coach, Claudia Braune.

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Museu Montmartre

Por Patricia Figueiredo

Viajar, escolher o destino por si só, trás sempre o conhecimento de um novo território.

É como se através das escolhas, do destino, nos tornássemos senhores dele. Acho que é por isso que viajar, na verdade, é tão mágico e desperta em nós esse sentido nato de desbravadores.

Todos os lugares, quando se tem o olhar novo e avido por conhecimento, tem suas particularidades, seu charme, novidades e sempre carrega um gama enorme de histórias envolvidas.

Estar inserida em espaços que, ao longo do tempo foram cenários de mudanças, é fascinante e nos faz cada vez mais cidadãos do mundo. Confesso que embora já tenha viajado muito (e ainda há muito a conhecer) de todos os lugares que já estive, Paris continua sendo a cada chegada um novo destino.

Paris é infinita. Em cada esquina, em cada pedra no caminho.

E nesse contexto entre idas e vindas, no meio de um flaner (caminhar sem rumo e sem pressa, só pelo prazer de apreciar o que está à sua volta, parando aqui e ali para observar algo que chamou sua atenção ou para tomar um sorvete sentado em um banco de praça), me deparei em Montmartre, numa tarde de outono ensolarada, na porta de um museu que, embora conhecesse por nome, nunca tinha tido tempo e prazer de visitar.

Sou apaixonada por arte e o impressionismo sempre me emocionou, emociona e o continuará fazendo através de Monet, Manet, Renoir, Degas, entre outros. Foi uma época em que a arte quebrou vários paradigmas e se deu o direito de ser livre. Liberdade em que o pincel foi coberto pela emoção do momento, de poder ser o que se sente.

O museu Montmartre encontra-se perto dos endereços icônicos do bairro, como o vinhedo, a Maison Rose e o antigo cabaré Lapin.

O museu é a reunião de várias casas, ateliês e jardins onde nos séculos passados moraram e trabalharam artistas de renome: Renoir, Maurice Utrillo, Suzanne Valadon, André Utter, Émile Bernard, Raoul Dufy… O acervo do museu ocupa uma destas casas – Maison du Bel Air – onde encontramos alguns quadros, pôsteres e desenhos de Toulouse Lautrec, Modigliani, Valadon, Utrillo, Kupka. Este acervo nos revela parte da antiga efervescência artística de Montmartre, da sua vida noturna com seus famosos cabarés e do aparecimento do French Cancan. Montmartre foi e ainda é, uma das áreas mais festivas da cidade. Passear por seus jardins e se deparar com cenas tão vividas em obras antes conhecidas é reviver a história.

Para completar o espírito campestre e romântico, o museu restaurou os Jardins de Renoir em memória ao pintor que aí viveu em 1875. Renoir, durante os anos em que morou neste endereço, pintou o Baile do Moinho La Galette e O Balanço do Jardim da rua Corot. Ambos, os jardins e o balanço, permanecem intactos com se estivessem a espera de um novo ângulo e pinceladas do mestre Renoir.

Interessante também é a visita do ateliê no local, onde trabalharam e moraram a pintora Suzanne Valadon e seu filho Utrillo. Valadon é famosa por ser uma das primeiras mulheres pintoras do impressionismo. Quanto à Utrillo, ele é um dos grande pintores de Montmartre e nos legou várias obras que retratam o bairro. O ateliê permanece também intacto. A luz, a vista da janela, os objetos de decoração e do cotidiano nos dão a sensação de que voltamos no tempo e nos faz mergulhar no espaço de inspiração e de trabalho dos artistas. Na próxima vez a Paris, se tiverem um tempinho de sobra, não deixem de ir nesse lugar em que o tempo literalmente parou para nós podermos apreciar a história do Impressionismo.

Musée de Montmartre, 12 RUE Corot, 75018, Paris. Museu aberto todos os dias, o ano todo, das 10h às 18h. Nos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro o museu abre das 11.30h até 17.15h. Na primavera e verão aberto das 10h até 19h.

Até a próxima!

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Dia de Portugal

10 de junho é Dia de Portugal e Camões! A data marca a data de morte do escritor português, autor de Os Lusíadas, livro que nos conta a grande epopéia portuguesa. Ao longo da história, a data teve diferentes razões de comemoração, mas hoje se celebra com festa em diferentes pontos do país.

 

Prainha, mini paraíso carioca

A Prainha é um destino turístico do Rio, mas poucos têm a sorte de chegar até lá. Cenário de novelas e filmes, muita gente fica sem conhecer, porque o seu acesso é difícil. Houve um tempo que havia um ônibus que saía do Largo do Machado, com espaço para as pranchas de surfe, e que ia até a Prainha. Infelizmente essa linha não existe mais, sendo o carro a forma mais comum de se chegar até essa praia rodeada por pedras, costão e Mata Atlântica.

Os mais dispostos pegam o BRT e andam a diferença, mas é um trecho para esticar as pernas. Tem quem aproveite para pedir carona, como se fosse entrar em uma dimensão de solidariedade peculiar, típica de quem frequenta para a Prainha.

Esse pequeno paraíso na areia conquista os fãs de pequenas praias de enseada. Isso inclui o grupo mais assíduo do local: os surfistas. As ondas são maiores por ali, o que deixa a paisagem do mar sempre cheia de cabeças esperando a melhor onda do dia.

É nesse recanto que também pode se visitar o Parque Municipal Natural da Prainha. Um parque jovem, criado em 2001, mas que permite que a natureza possa ser desfrutada com cuidado e campanhas educacionais.

Vai ser nesse contexto que acontece o evento Natureza Escondida, no próprio Parque da Prainha. Durante dois dias, desfrute a praia, a exposição, ouça palestras. Viver no Rio inclui o prazer de sair do modo de vida urbano sem nem sair da cidade. Um luxo para poucas metrópoles no mundo.

Evento Natureza Escondida

9 e 10 de junho

10 às 16h

No Parque Municipal da Prainha

 

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Lisbon under stars

Ruínas do Carmo, projeções com dança e artes visuais, a música de Amália Rodrigues, a voz de Tereza Salgueiro ou Mariza…tudo isso para contar 600 anos de história de Lisboa e Portugal. Parece imperdível? E realmente é um programa singular, que há de impressionar e envolver o público.

Há 629 anos foi fundada a Igreja do Carmo, o ponto de partida desta história a ser contada sobre efeitos de luzes e sob as estrelas. O tempo passou, mas a igreja segue como um testemunho de tantas aventuras e odisséias que a cidade passou, desde tempos de opulência, com os Descobrimentos, como tragédias do Grande Terremoto.

Nem só de história é feito o espetáculo Lisbon Under Stars. Os artistas visuais Add Fuel, Daniel Eime, The Super Van by Vanessa Teodoro e Alexandre Farto aka Vhils dão o contexto da cidade no contemporâneo.

Quem quiser ver um pouco mais, o vídeo teaser há de mostrar a força deste show!

O último dia é 30 de junho, convém não esperar.

 

Fotos: Lisbon Under Stars/Divulgação

 

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